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quinta-feira, 28 de abril de 2011

NOSSA EMPRESA!!

O programa que a erika nos passou esta facilitando de mais a nossa vida.
Como a nossa empresa não foi viável está nos ajudando ainda mais.
Estamos progredindo com ele.
Muito obrigada prof erika e muito obrigada meninas(sem vocês isso seria dificil ).
 
bju bjussss

quarta-feira, 27 de abril de 2011

oi gente ...
tentei colocar a boneca no blog mas não consegui.
olha se alguém consegue porfavor
bjusss

CRISE ECONOMICA E MERCADO DE BRINQUEDOS

                            Crise econômica X mercado de brinquedos

Veja como a alta do dólar pode afetar - ou não - a venda de brinquedos no Brasil

André Spinola e Castro
Você tem comprado menos brinquedos para o seu filho? Tem achado os preços altos - principalmente dos importados? Mesmo que a crise não tenha afetado diretamente o mercado de brinquedos nacionais, a alta do dólar pode, ainda, influenciar as vendas.

Nesta segunda (2 de fevereiro), a Mattel divulgou nos Estados Unidos seu balanço anual, em que registrou uma queda nas vendas em relação ao ano passado. Ao todo, as vendas mundiais, em geral, caíram 1%. A Barbie, mesmo com a comemoração de seus 50 anos, sofreu uma queda de 9%. Outra linha bastante popular, os brinquedos Hot Wheels caíram 6%. Já a Fischer-Price teve um pequeno crescimento (1%), assim como a marca American Girl (7%).

Apesar do índice não ser muito alto, Robert Eckert, presidente e diretor-executivo da empresa, disse que o foco para 2009 é reduzir custos e despesas e, assim, manter um forte balanço. “Nosso negócio não ficou imune à deterioração econômica do ano passado”, disse o executivo em comunicado.

No Brasil, parece que a crise ainda não está tão forte, mas pode chegar (mesmo que timidamente). Gustavo Arruda, gerente de produto da Grow, disse que as vendas da empresa em janeiro cresceram 25% em relação ao ano passado - principalmente devido aos jogos de tabuleiro. Mas ele acredita que o reflexo no mercado brasileiro de brinquedos pode se dar a partir de março. “A crise afetará principalmente os importadores, pois a elevação da taxa de câmbio faz com que o preço do brinquedo importado aumente”. Arruda destaca, ainda, que esse declínio poderá ser mais sentido no segundo semestre, quando chegam ao mercado boa parte dos brinquedos importados. Segundo ele, esse fato será positivo para os nacionais.

Na Estrela, o cenário também parece tranqüilo. Como diz Aires Leal Fernandes, diretor de marketing, a empresa não notou nenhuma alteração no fluxo de vendas nos últimos meses. “É claro que estamos num período em que, historicamente, a venda de brinquedos é pequena quando comparada ao Dia das Crianças e ao Natal”, afirma. Ele disse, inclusive, que os jogos de tabuleiro tiveram uma venda 5% maior no início deste ano, em comparação com 2008.
http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI25913-10529,00.html
Galera, vamos procurar uma painel eletronico de controle remoto para o carrinho mais barato, assim reduzindo custos. Para que no fim, possamos deixar nossa empresa viável!!!!!!

terça-feira, 26 de abril de 2011

Meninas estamos precisandfo de mais união, pois o trabalho não é feito de umna ou tres pessoas e sim o grupo todo,  e outra coisa ter dialogo é a melhor coisa para uma empresa crescer. Pois somos um grupo de 5 meninas inteligentes. Pensam nisso. Bjjjjj

domingo, 24 de abril de 2011

Qualidade não é brinquedo

Publicado em September 12, 2007
Categorias Qualidade | 2 Comentarios
ElmoBarbie e seus companheiros estão passando por maus momentos. Devido ao uso de tinta contendo chumbo, substância que pode causar danos à saúde das crianças, e de pequenas peças magnetizadas que podem se soltar, ser engolidas e causar perfurações no intestino, a Matell já fez o recall de mais de 20 milhões de brinquedos em todo o mundo.
O recall abrange 63 diferentes brinquedos produzidos na China, onde a Matell fabrica mais de 65% de sua linha de produtos. O recall se iniciou após o relato de mortes e ferimentos causados por peças magnetizadas soltas.
A Matell tem um faturamento anual de US$ 6,5 bilhões e, até então, era tida como um dos mais conscientes fabricantes de brinquedos. Agora tem de enfrentar sérios danos à sua reputação, a queda nas receitas, os elevados custos da devolução de milhões de brinquedos defeituosos e as pesadas indenizações pleiteadas pelas famílias das crianças mortas ou feridas.
Como uma empresa tão bem sucedida como a Matell se viu mergulhada numa crise destas proporções? Quais foram seus erros e o que podemos aprender com eles? Com base nas notícias veiculadas na mídia, podemo deduzir que esta crise resulta da combinação de dois graves erros.
Onde a Matell pode ter errado
O primeiro grande erro está na fase de projeto, especialmente dos brinquedos com as pequenas partes coladas. Partes que se soltam e podem ser engolidas constituem um risco que é sobejamente conhecido pela indústria de brinquedos e similares. Nenhum projeto de brinquedo pode negligenciar este risco e todo projetista deve realizar uma profunda análise de riscos e de modos de falhas antes de liberar seu projeto para a linha de produção. A atitude dominante nesta etapa deve ser a prudência: Se puder dar errado, dará. Se puder se soltar, se soltará. Contudo o que prevalece hoje é a pressa, ser o primeiro a lançar novos produtos, aproveitar a nova onda e sair na frente dos concorrentes. Não há tempo para aperfeiçoar o projeto e minimizar os riscos de falhas potenciais.
O segundo grande erro está no gerenciamento da cadeia de suprimentos. O enfoque que predomina no relacionamento com os fornecedores tem sido a redução de custos levada ao extremo, sem a devida consideração com a qualidade e a segurança dos consumidores. Tudo é sacrificado no altar do balancete trimestral e da satisfação dos investidores no curto prazo. A execução do contrato corre solta, pois não há margem para os custos com inspeções e auditorias, e se fecha os olhos para os arranjos com subfornecedores. No caso da pintura com alto teor de chumbo, a Matell contratou a Early Light Industrial Co, que subcontratou a Hong Li Da para fazer a pintura que, por sua vez, subcontratou um fornecedor não autorizado. Dá para imaginar qual tenha sido a tônica das três sucessivas negociações. Alguém imagina que tenha sido qualidade e segurança? Ou terá sido redução de custos?
Adicionalmente, a Matell não poderia ter ignorado os recentes problemas com fabricantes chineses de uma vasta gama de produtos como pneus, pastas de dentes e alimentos para cães, que revelam sérias deficiências com relação aos requisitos de qualidade e segurança.
Em tal situação, o bom senso e as boas práticas de gestão recomendam um esquema robusto para avaliação de fornecedores e subfornecedores e de monitoramento da qualidade. Numa cadeia destas, que tem numa ponta uma multinacional que fatura bilhões e na outra ponta pequena empresas locais que faturam alguns milhares de dólares anualmente, deve-se considerar a existência de enormes diferenças quanto à filosofia empresarial, valores e prioridades. Enquanto a multinacional tem muito a perder com os danos à saúde de seus clientes, as outras empresas não passam de organizações distantes, sem nome e sem face.
O que podemos aprender com as agruras da Matell?
A Matell tem a reputação de ter um dos mais sofisticados sistemas de gestão. Sistemas de gestão, como ISO 9001 e semelhantes, bem como sofisticados treinamentos em ferramentas da qualidade e pomposas declarações de políticas, não são uma garantia de excelência. Ao final, o que sempre prevalece e determina a qualidade são os reais valores empresariais que orientam as decisões dos executivos. Qualidade é, acima de tudo, uma questão de valores e atitudes.
Como reza um ditado americano: Não há almoço grátis. Mais cedo ou mais tarde a conta nos é apresentada. Quanto mais tarde, mais salgada.

PUBLICADO PELA PROFESSORA ÉRIKA
Fonte: http://criatividadeaplicada.com/2007/09/12/qualidade-brinquedo/

terça-feira, 19 de abril de 2011

MATERIAS SE COMPLETANDO

É verdade concordo com a jessica. 
Hoje vi a materia de tecnologia da informaçao completando a materia de planejamento e controle de produção,quando o prof  falou de fluxograma, percebi que agora eles andam juntos e cada materia completa a outra .
Isso é muito bom pra que não tenha uma confusão de qual materia esta certa !!!

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Esse é o primeiro módulo que vejo as matérias se relacionando, como por exemplo a aula de Transporte e Distribuição Física, o Robson nos mostrou como a tecnologia da informação atua na Logística, que é através de softwares desenvolvidos para agilizar e organizar o trabalho nesse departamento, como o   Roteirizador (planeja e otimiza as rotas diarias dos veiculos) e o  Crossdock (operação de um sistema que controla a distribuição e administração do estoque).E hoje na aula de  Armazenagem e Suprimentos o professor explicou a importancia dos Softwares na Gestão do Estoque, uma das ferramentas importantes utilizada é o código de barras onde o gestor tem o conhecimento do quanto de material ele tem, quando ira comprar, etc.
obs: se algo incoerente, pode postar a vontade me corrigindo!!!rsrsrs

Tecnologia da Informação e Administração

Como o Administrador pode atuar na area do TI??? essa é uma das indagações que penso todos os dias, pois me interesso pelas duas areas. Fico a pensar: "Uma empresa que necessite estar inserida nessa area e precisa de um profissional, nao irá contratar um administrador que conheça TI e sim um Engenheiro de Informatica ou analista de sistemas". E agoraaa?????

sexta-feira, 8 de abril de 2011

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Módulo Logística

Nesta data 07/04/2011 começaremos a blogar..... estamos anciosos para compartilhar nossas ideias!!!